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Estilos de aprendizaje en estudiantes de la licenciatura en psicología del centro universitario UAEM Temascaltepec, 2016

Styles of learning in students of the degree in psychology from the University Centre UAEM Temascaltepec, 2016

Estilos de aprendizagem nos alunos da licenciatura em psicologia Temascaltepec universidade
UAEM de 2016

DOI: http://dx.doi.org/10.23913/ride.v7i14.271

Salvador Bobadilla Beltrán
Unidad Académica Profesional Tejupilco,Universidad Autónoma del Estado de México
sbb73@hotmail.com

Daniel Cardoso Jiménez
Unidad Académica Profesional Tejupilco,Universidad Autónoma del Estado de México
dcj_400@hotmail.com

Leticia Carreño Saucedo
Unidad Académica Profesional Tejupilco,Universidad Autónoma del Estado de México
psicoletty@hotmail.com

Josué Ociel Márquez Gómez
Unidad Académica Profesional Tejupilco,Universidad Autónoma del Estado de México
josuemar12@gmail.com

 

Resumen
Esta investigación tuvo como objetivo determinar el estilo de aprendizaje que utilizan los estudiantes de la carrera de psicología en función de su grado de preferencia. La población estuvo constituida por un total de 311 estudiantes de la licenciatura en psicología del Centro Universitario UAEM Temascaltepec, Extensión Tejupilco; 68 fueron hombres y 243 mujeres distribuidos en el segundo, cuarto y sexto semestres, de los turnos matutino y vespertino, con edades que oscilan entre los 17 y 23 años.
La información fue recabada mediante el Cuestionario de Estilos de Aprendizaje (CHAEA). El instrumento contiene 80 ítems que se estructuran en cuatro grupos de 20 ítems correspondientes a cada uno de los siguientes estilos de aprendizaje: activo, reflexivo, teórico y pragmático.
La investigación fue descriptiva transeccional y no experimental. La información recabada se procesó con el paquete estadístico SPSS versión 20, calculando la estadística descriptiva y obteniendo la media aritmética por alumno y grupo.
En los resultados del turno matutino en el segundo semestre sobresalió el estilo de aprendizaje activo con una puntuación directa de 10.9 y un grado de preferencia moderada, en tanto que los estilos reflexivo, pragmático y teórico tuvieron una preferencia baja con puntuaciones directas de 13.0, 11.03 y 11.8 respectivamente.
Para el cuarto semestre, el estilo de aprendizaje activo tuvo una preferencia moderada, pues presentó una puntuación directa de 11.52; el estilo de aprendizaje reflexivo presentó una puntuación directa de 12.70, ubicándolo en una preferencia muy baja; finalmente el estilo pragmático y el teórico presentaron un grado de preferencia baja, con puntuaciones directas de 12.23 y 11.85.
En el sexto semestre se pudo observar que el estilo de aprendizaje activo obtuvo una puntuación directa de 10.81 con un grado de preferencia moderada; los estilos reflexivo, pragmático y teórico mostraron un grado de utilización bajo, con puntuaciones directas de 13.36, 10.84 y 11.13.
Para el turno vespertino del segundo semestre el estilo de aprendizaje activo manifestó un grado de preferencia moderado con una puntuación directa de 12.09; mientras los estilos reflexivo, pragmático y teórico tuvieron un grado de preferencia bajo con puntuaciones directas de 11.90, 12.80 y 12.09 respectivamente.
En el cuarto semestre, el estilo de aprendizaje activo obtuvo una puntuación directa de 11.58 y una preferencia moderada, en tanto que los estilos reflexivo, pragmático y teórico se ubicaron en una preferencia baja, ya que presentaron puntuaciones directas de 17.00, 12.47, y 12.11 respectivamente.

Para el sexto semestre se observó que el estilo de aprendizaje activo tuvo preferencia moderada, ya que presento una puntuación directa de 11.58; el estilo de aprendizaje reflexivo alcanzó una puntuación directa de 12.65, lo cual hace referencia a una preferencia muy baja; y los estilos pragmático y teórico manifestaron una preferencia baja con puntuaciones directas de 11.86 y 11.51.

Palabras clave: estilos de aprendizaje, estudiantes, CHAEA, licenciatura en psicología, grados de utilización.

Abstract
This research aimed to determine the style of learning using the students of Psychology on the basis of their degree of preference. The population consisted of a total of 311 students in the Bachelor's degree in psychology from the University Centre UAEM Temascaltepec, Tejupilco Extension; 68 were men and 243 women distributed in the second, fourth and sixth semesters, in the morning and evening, shifts with ages ranging between 17 and 23 years old.
The data were gathered through the Honey-Alonso Learning Styles Questionnaire (CHAEA by its name in Spanish). The instrument contains 80 items that are structured in four groups of 20 items for each of the following styles of learning: active, thoughtful, theoretical and pragmatic.
The research was descriptive transactional and non-experimental. The information collected is processed with the statistical package SPSS version 20, calculating descriptive statistics and getting the arithmetic mean by student and group.
On the results of the morning shift in the second half stood out the style of active learning with a direct score of 10.9 and a degree of preference of moderate, while thoughtful, pragmatic and theoretical styles had a low preference with direct scores of 13.0, 11.03 and 11.8 respectively.
For the fourth semester, active learning style had a moderate preference, because it presented a direct score of 11.52; reflective learning style presented a direct score of 12.70, placing it in a very low preference; Finally the theoretical and pragmatic style showed a degree of low preference, with direct scores of 12.23 and 11.85.
In the sixth semester saw that active learning style obtained a direct score of 10.81 with a degree of moderate preference; thoughtful, pragmatic and theoretical styles showed a degree of use bass, with direct scores of 13.36, 10.84 and 11.13.
For the evening shift of the second half active learning style expressed a degree of preference moderately with a direct score of 12.09; while thoughtful, pragmatic and theoretical styles had a degree of preference with direct scores low 11.90, 12.80 and 12.09 respectively.
In the fourth semester, active learning style obtained a direct score of 11.58 and a moderate preference, while thoughtful, pragmatic and theoretical styles were placed in a lower preference, since they showed direct scores of 17.00, 12.47, and 12.11 respectively
For the sixth semester, it was observed that active learning style was moderate preference, as I present a direct score of 11.58; reflective learning style reached a direct score of 12.65, which refers to a very low preference; and theoretical and pragmatic styles demonstrated a low preference with direct scores of 11.86 and 11.51.

Key words: learning styles, students, CHAEA, Bachelor's degree in psychology, degree of use.

Resumo
Esta pesquisa teve como objetivo determinar o estilo de aprendizagem utilizado por estudantes de psicologia de acordo com seu grau de preferência. A população foi composta por um total de 311 alunos da licenciatura em psicologia pela Universidade Centro Temascaltepec UAEM, Extensão Tejupilco; 68 eram homens e 243 mulheres distribuídas nos segundo, quarto e sexto semestres, os turnos da manhã e da noite, com idades variando entre 17 e 23 anos.
A informação foi recolhida através de estilos de aprendizagem Questionnaire (CHAEA). O instrumento contém 80 itens que são divididos em quatro grupos de 20 itens correspondentes a cada um dos seguintes estilos de aprendizagem: ativo, reflexivo, teórico e pragmático.
pesquisa Transeccional foi descritiva e não experimental. As informações coletadas foram processados ​​com SPSS versão 20, as estatísticas descritivas de calcular e obter a média aritmética pelo grupo de alunos.
Nos resultados do turno da manhã na segunda metade destacou estilo de aprendizagem activa com uma pontuação bruta de 10,9 e um grau de preferência moderada, enquanto os estilos pensativo, pragmáticas e teóricas tinha uma preferência baixa, com escores brutos de 13,0, 11,03 e 11,8, respectivamente.
Para o quarto trimestre, o estilo de aprendizagem activa tinha uma preferência moderada, uma vez que apresentou uma contagem direta de 11,52; estilo de aprendizagem reflexivo apresentou uma pontuação direta de 12,70, colocando-o em uma preferência muito baixo; finalmente, o estilo pragmático e teórico apresentado um baixo grau de preferência, com as pontuações diretas de 12,23 e 11,85.
No sexto semestre verificou-se que o estilo de aprendizagem activa obteve uma pontuação bruta de 10,81, com um grau de preferência moderada; os estilos pensativo, pragmáticas e teóricas mostraram um baixo nível de utilização, com pontuações diretas de 13,36, 10,84 e 11,13.
Para o turno da tarde do estilo ativo de aprendizagem segundo semestre mostrou um grau moderado de preferência com uma pontuação bruta de 12,09; enquanto estilos pensativo, pragmáticas e teóricas tinha um baixo grau de preferência com as contagens diretas de 11,90, 12,80 e 12,09, respectivamente.
No quarto trimestre, o estilo de aprendizagem activa obteve uma pontuação bruta de 11,58 e uma preferência moderada, enquanto os estilos pensativo, pragmáticas e teóricas foram colocados em uma preferência baixo, porque eles tiveram pontuações diretas de 17,00, 12,47 e 12,11 respectivamente.
Para o sexto semestre notou-se que preferência de estilo de aprendizagem activa foi moderada, como eu apresentar uma pontuação direta de 11,58; estilo de aprendizagem reflexivo obteve um escore bruto de 12,65, que se refere a uma preferência muito baixo; e estilos preferência pragmática e teórica expressa baixos escores brutos de 11,86 e 11,51.

Palavras-chave: estilos de aprendizagem, estudantes, CHAEA, curso de psicologia, grau de utilização.

Fecha Recepción:     Julio 2016     Fecha Aceptación: Enero 2017


Introducción
De acuerdo con Gutiérrez et al. (2011), actualmente los estilos de aprendizaje pueden representar un aporte muy importante para las diferentes áreas del conocimiento, por ejemplo, didáctica, pedagógica y psicológica. Algunos docentes conocen las preferencias de sus alumnos en cuanto a los estilos de aprendizaje para personalizar en lo posible los cursos que imparten.
En la tradición de la psicología educativa e instruccional, diversas investigaciones orientadas a los estilos de aprendizaje ofrecen valiosas informaciones de cómo ocurre el aprendizaje humano, lo cual puede contribuir a mejorar la praxis educativa en los diferentes niveles formales de la educación (Alonso, Gallego y Honey, 1997).
Peña y Martín (2005) definen a los estilos de aprendizaje como los procesos subjetivos de captación, incorporación, retención y utilización de la información que el individuo recibe en su intercambio continuo con el medio. Por su parte, Zabalza (2000) considera al aprendizaje como un proceso en el que se involucran tres dimensiones: lo teórico en sí, las tareas y acciones del alumno, y las tareas y actividades de los profesores, es decir, el conjunto de factores que pueden intervenir sobre él.
Los estilos de aprendizaje se contemplan como un proceso de cambio que se produce en el organismo, en la conducta, las capacidades cognitivo-cognoscitivas, la motivación y las emociones, como resultado de la acción o experiencia del individuo, la asociación entre estímulos y respuestas, y la apropiación del contexto sociocultural y de las organizaciones sobre el conocimiento.
Cabe mencionar que las personas perciben y adquieren conocimiento, tienen ideas y actúan de manera distinta; además, las personas tienen preferencias hacia unas determinadas estrategias cognitivas que les ayudan a dar significado a la nueva información. El término estilos de aprendizaje se refiere a esas estrategias preferidas que son, de manera más específica, formas de recopilar, interpretar, organizar y pensar sobre la nueva información (Alonso, Gallego y Honey, 1997).
Además, el aprendizaje es en esencia un cambio producido por la experiencia, pero distinguen entre el aprendizaje como producto (que pone de relieve el resultado final o el desenlace de la experiencia del aprendizaje), el aprendizaje como proceso (que destaca lo que sucede en el curso de la experiencia de aprendizaje para posteriormente obtener un producto de lo aprendido) y el aprendizaje como función (que realza ciertos aspectos críticos del aprendizaje, como la motivación, la retención y la transferencia, los cuales presumiblemente permiten cambios de conducta en el aprendizaje humano) (Martínez-Otero; 2009).
Los factores que influyen en el rendimiento académico de los alumnos, también llamados determinantes del rendimiento académico, son difíciles de identificar, pues dichos factores o variables conforman muchas veces una red compleja y fuertemente constituida, y resulta difícil la tarea de acotarlas o delimitarlas para atribuir efectos claramente discernibles a cada uno de ellos.
Existe una gran dificultad a la hora de poner en práctica la adaptación de la docencia a los estilos de aprendizaje de los alumnos. No sólo hay que tener en cuenta el estilo de aprendizaje de los alumnos sino también el estilo de enseñar de los profesores. Las teorías de los estilos de aprendizaje deben repercutir seriamente en los estilos de enseñar. Se trata de que el docente tenga muy en cuenta cómo son los estilos de aprendizaje de los alumnos, desde el primer "borrador" del diseño educativo hasta el último momento de la impartición de la clase y la evaluación.

Método
Contexto de la investigación

La presente investigación se llevó a cabo con estudiantes del Centro Universitario UAEM Temascaltepec, Extensión Tejupilco, específicamente en la carrera de psicología de los turnos matutino y vespertino. La población estuvo integrada por un total de 311 estudiantes, de los cuales 68 fueron hombres y 243 mujeres, distribuidos en los semestres segundo, cuarto y sexto de ambos turnos, con edades que oscilan entre los 17 y 23 años.

Instrumento
En esta investigación se utilizó el Cuestionario de Estilos de Aprendizaje (Alonso-Honey, 1992), que consta de 80 ítems, breves y dicotómicos, manifestando que si se está de acuerdo se contestará con un signo positivo (+) o en desacuerdo con un signo negativo (-). Estos 80 ítems se estructuran en cuatro grupos de 20 ítems correspondientes a cada uno de los cuatro estilos de aprendizaje: activo, reflexivo, teórico y pragmático. Los ítems están distribuidos aleatoriamente. La puntuación es sumatoria para cada uno de los grupos de 20 ítems, considerando una puntuación directa, para que a través de la tabla de baremos se pueda identificar el grado de preferencia de alguno de los estilos de aprendizaje.

Procedimiento
Primero se solicitó autorización a los H.H. Consejos de Gobierno y Académico del Centro Universitario UAEM Temascaltepec, para poder desarrollar la investigación y de esta manera poder ingresar a las aulas y llevar a cabo la aplicación del Cuestionario de Estilos de Aprendizaje (CHAEA), respetando la fecha y horario autorizados por la autoridad educativa.
Posteriormente se dio a conocer a los docentes y alumnos el objetivo de la investigación, y se pidió su valiosa colaboración y participación en la aplicación del instrumento.
Enseguida se explicó detalladamente a cada grupo de alumnos la forma como debían contestar la hoja de respuesta, apoyándose en el cuadernillo de preguntas del CHAEA, antes de iniciar la aplicación.
Una vez aplicado el CHAEA, se procedió a la corrección y puntuación de acuerdo a las puntuaciones directas y a su correspondiente baremo, registrando todas las calificaciones, que permitieron determinar el perfil que corresponde al grado de preferencia de cada estudiante.
Finalmente, la información recabada y organizada de los estudiantes se analizó con el paquete estadístico SPSS.

Revisión de literatura
Clasificación de los estilo de aprendizaje según alonso y honey
Estilo Activo: animadores, improvisadores, descubridores, arriesgados y espontáneos.
Hacen énfasis en la experiencia concreta. Se implican plenamente en nuevas experiencias. De mente abierta, nada escépticos, entusiastas. Personas de grupo, se involucran en los asuntos de los demás. Crecen ante los desafíos que suponen nuevas experiencias. Se caracterizan también por ser animadores, improvisadores, descubridores, arriesgados y espontáneos. Las personas pertenecientes a este estilo de aprender prefieren resolver problemas, competir en equipo, dirigir debates, hacer presentaciones. Por su parte, se les dificulta exponer temas con mucha carga teórica, prestar atención a los detalles, trabajar en solitario, repetir la misma actividad, estar pasivos, escuchar conferencias, explicaciones, estar sentados durante mucho tiempo.

Estilo Reflexivo: ponderados, concienzudos, receptivos, analíticos y exhaustivos.
Enfatizan la observación reflexiva. Recogen datos y los analizan detenidamente. Examinan las distintas alternativas antes de actuar. Observan y escuchan, no actúan hasta no estar seguros. Se caracterizan por ser ponderados, concienzudos, receptivos, analíticos y exhaustivos. Las personas pertenecientes a este estilo de aprender prefieren observar y reflexionar, llevar su propio ritmo de trabajo, tener tiempo para asimilar, oír los puntos de vista de otros, realizar análisis detallados y pormenorizados. Les es difícil ocupar el primer plano, actuar de líderes, presidir reuniones o debates, participar en reuniones sin planificación, expresar ideas espontáneamente, estar presionados de tiempo, verse obligados a cambiar de una actividad a otra, no tener datos suficientes para sacar conclusiones.
Estilo Teórico: metódicos, lógicos, objetivos, críticos y estructurados.
Contemplan la conceptualización abstracta. Adaptan e integran las observaciones de teorías lógicas y complejas. Son perfeccionistas. Integran los hechos en teorías coherentes. Analizan y sintetizan. Buscan la racionalidad objetiva huyendo de lo subjetivo y ambiguo. Se caracterizan por ser metódicos, lógicos, objetivos, críticos y estructurados. Las personas pertenecientes a este estilo prefieren sentirse en situaciones claras y estructuradas, participar en sesiones de preguntas y respuestas, leer u oír sobre ideas y conceptos sustentados en la racionalidad y la lógica, analizar una situación completa. Se les dificulta verse obligados a hacer algo sin una finalidad clara, tener que participar en situaciones donde predominan las emociones y los sentimientos, participar en la discusión de problemas abiertos.

Estilo Pragmático: experimentadores, prácticos, directos, eficaces y realistas.
Consideran la importancia en la experimentación activa. Aplican de manera práctica las ideas. Les gusta actuar rápidamente. Descubren aspectos positivos de las nuevas ideas y tratan de experimentarlas.

Tienden a ser impacientes cuando hay personas que teorizan demasiado. Se caracterizan por ser experimentadores, prácticos, directos, eficaces y realistas. Las personas pertenecientes a este estilo de aprender prefieren utilizar técnicas inmediatamente aplicables, percibir muchos ejemplos y anécdotas, experimentar y practicar técnicas con asesoramiento de un experto, recibir indicaciones precisas. Se les dificulta aprender cosas que no tengan aplicabilidad inmediata, trabajar sin instrucciones claras, comprobar que hay obstáculos que impiden aplicación.

Resultados
De acuerdo con el cuestionario CHAEA que se aplicó a los alumnos de la licenciatura en Psicología del Centro Universitario UAEM Temascaltepec Extensión Tejupilco, se obtuvieron los siguientes resultados por turno:

Turno matutino
En el segundo semestre se observó que el estilo de aprendizaje activo tuvo un mínimo de 7.0, un máximo de 15.0, con una puntuación directa de 10.9, por lo que el grado de preferencia es moderada; el estilo reflexivo presentó un mínimo de 8.0, un máximo de 18.0, y una puntuación directa de 13.0, ubicándose en el grado de preferencia baja; de igual forma, el estilo pragmático presentó un grado de preferencia baja, ya que tuvo un mínimo de 8.0 y un máximo de 18 y su puntuación directa fue de 11.03; el estilo de aprendizaje teórico con un mínimo de 6.0 y un máximo de 17.0, presentó una preferencia baja, mientras que su puntuación directa fue de 11.8.

Para el cuarto semestre, el estilo de aprendizaje activo fue de preferencia moderado, ya que presentó una puntuación directa de 11.52, un mínimo de 7.0 y un máximo de 17.0; el estilo de aprendizaje reflexivo mostró un mínimo de 5.0 y un máximo de 19.0 y una puntuación directa de 12.70, ubicándose en una preferencia muy baja; el estilo pragmático presentó un mínimo de 8.0 y un máximo de 18.0 y obtuvo una puntuación directa de 12.23, por lo que este estilo fue de preferencia baja; el estilo de aprendizaje teórico obtuvo un mínimo de 5.0 y un máximo de 16. 0 y una puntuación directa de 11.85, ubicándose en una preferencia baja.

Finalmente, en el sexto semestre se pudo observar que el estilo de aprendizaje activo tuvo un mínimo de 7.0, un máximo de 15.0 y una puntuación directa de 10.81, por lo que el grado de preferencia fue moderada; el estilo reflexivo presentó un mínimo de 8.0 y un máximo de 18.0 con una puntuación directa de 13.36, ubicándose en el grado de preferencia baja; de igual forma, el estilo pragmático presentó un grado de preferencia baja, ya que tuvo un mínimo de 8.0 y un máximo de 15.0, su puntuación directa fue de 10.84; el estilo de aprendizaje teórico presentó un mínimo de 5.0 y un máximo de 16.0, con una preferencia baja, ya que su puntuación directa fue de 11.13.

Turno vespertino
Para el segundo semestre se observó que el estilo de aprendizaje activo obtuvo un mínimo de 7.0, un máximo de 17.0 y una puntuación directa de 12.09 con un grado de preferencia moderado; el estilo reflexivo presentó un mínimo de 5.0 y un máximo de 19.0, además su puntuación directa fue de 11.90 y se ubicó en el grado de preferencia muy bajo; con respecto al estilo de aprendizaje pragmático hubo un mínimo de 8.0 y un máximo de 18, además de tener una puntuación directa de 12.80, esto dio lugar al grado de preferencia bajo; finalmente, el estilo teórico mostró un mínimo de 8.0 y un máximo de 16, también presentó una puntuación directa de 12.09, por lo que pertenece al grado de preferencia bajo.

En el cuarto semestre el estilo de aprendizaje activo tuvo un mínimo de 7.0 y un máximo 17.0, presentó una puntuación directa de 11.58 con un grado de preferencia moderada; el estilo reflexivo se ubicó en la preferencia baja, ya que presentó una puntuación directa de 13.2, teniendo un mínimo de 6.00 y un máximo de 18.00; en cuanto al estilo pragmático se encontró un mínimo de 8.00 y un máximo de 17.00 con una puntuación directa de 12.47 y una preferencia baja; el estilo de aprendizaje teórico tuvo un mínimo de 6.00 y un máximo de 16.00, presentó una puntuación directa de 12.11 y un grado de preferencia baja.

Finalmente, en el sexto semestre se observó que el estilo de aprendizaje activo tuvo preferencia moderada, ya que presentó una puntuación directa de 11.58, un mínimo de 7.0 y un máximo de 17.0; el estilo de aprendizaje reflexivo obtuvo un mínimo de 6.0 y un máximo de 18.0 con una puntuación directa de 12.65, ubicándose en una preferencia muy baja; en el estilo pragmático se encontró una puntuación directa de 11.86, una preferencia baja, un mínimo de 8.0 y un máximo de 17.0; finalmente, el estilo de aprendizaje teórico mostró un mínimo de 5.0 y un máximo de 16. 0, una puntuación directa de 11.51, ubicándose en una preferencia baja.

Discusión
“Los estilos de aprendizaje son los rasgos cognitivos, afectivos y fisiológicos que sirven como indicadores relativamente estables, de cómo los alumnos perciben interacciones y responden a sus ambientes de aprendizaje” (Keefe citado en Alonso, Gallego y Honey, 1994). Estos rasgos se evidencian en la manera como los sujetos formalizan los esquemas de interpretación y su relación con los contenidos e información. Además, se encuentran involucrados con rasgos afectivos como  las motivaciones y expectativas que influyen en el aprendizaje y los rasgos fisiológicos asociados con el biotipo y el biorritmo del estudiante.
Los resultados que se obtuvieron en esta investigación indican que el estilo de aprendizaje que más se utiliza es el activo, con una preferencia moderada, lo cual es similar a lo reportado por Camarero, Del Buey y Herrero (2000), quienes realizaron investigaciones previas sobre los estilos y estrategias de aprendizaje en los estudiantes universitarios, encontrando que los alumnos de mayor rendimiento académico utilizan el estilo activo de una forma mucho más moderada y limitada”.

En la investigación realizada por Bahamón, Vianchá, Alarcón y Bohórquez (2013), sobre los estilos y estrategias de aprendizaje relacionados con el logro académico en estudiantes universitarios, se encontró que las preferencias en el uso de estilos de aprendizaje, de acuerdo con los resultados obtenidos por la aplicación del CHAEA, ponen en evidencia que la mayoría de los participantes no hacen uso de un solo estilo o modo de aprendizaje. Así, es posible identificar combinaciones entre diferentes estilos, no concordando con dichos autores debido a que los resultados encontrados en esta investigación muestran que los estudiantes tienen mayor preferencia por algunos de los estilos.
En la investigación realizada por Bahamón, Vianchá, Alarcón y Bohórquez (2013) sobre los estilos puros que se presentaron en los estudiantes, se identificó que 24.4 % utilizan el estilo teórico y 19.6 % el estilo activo, resultados distintos a los encontrados en la presente investigación, donde el estilo predominante es el activo. Tal vez dicha diferencia se deba a que nuestra investigación se hizo con los alumnos de la carrera de psicología de la Universidad Autónoma del Estado de México, en tanto que los citados investigadores realizaron su investigación considerando todas las carreras que se imparten en  la universidad.
En otro estudio realizado en universitarios en educación a distancia, y considerando los estilos de aprendizaje y rendimiento académico que llevaron a cabo Blumen, Rivero, y Guerrero (2011), se reportó que los estudiantes de pregrado en educación a distancia de dos universidades privadas de Lima, tienden a utilizar los estilos de aprendizaje teórico y activo con mayor frecuencia que los estilos reflexivo y pragmático. Dichos resultados son similares a los encontrados en esta investigación, ya que los estilos que predominaron más fueron el activo y reflexivo, aunque este último difiere de lo reportado por Blumen, Rivero, y Guerrero (2011).
Asimismo, los resultados de esta investigación muestran que los estudiantes que están cursando el segundo semestre de la carrera de psicología utilizan estilo activo con una preferencia moderada, datos que no coinciden con los reportados en la investigación realizada por Pujol (2003), ni con los de Peinado (2007), quienes estudiaron los estilos de aprendizaje en una muestra de estudiantes de la Universidad Simón Bolívar, y cuyos resultados apuntan a que el estilo de aprendizaje predominante en estudiantes de ingeniería es el teórico. Tampoco los resultados  coinciden con los hallazgos de las investigaciones de Camarero, Del Buey y Herrero (2000) y de Alonso, Honey y Gallego (1997), quienes reportaron que los estudiantes de las carreras de ingeniería mostraban preferencia por el estilo pragmático.
Dichas diferencias y los hallazgos de esta investigación permiten sugerir que el estilo de aprendizaje no se relaciona con lo esperado en su carrera, lo cual podría atribuirse a que los estudiantes se encuentran iniciando sus estudios universitarios y no han cursado asignaturas de sus estudios profesionales.

Conclusiones

  • Los alumnos son libres de elegir su propio estilo de aprendizaje de acuerdo a su preferencia.
  • El estilo de aprendizaje que tiene cada alumno no es meramente propio de la carrera que estudia.
  • De acuerdo al grado de avance en los estudios universitarios es el desarrollo de cada uno de los estilos de aprendizaje.
  • El contexto también determina la preferencia de alguno de los estilos de aprendizaje.
  • Los alumnos más avanzados no han desarrollado significativamente el estilo pragmático, que se refiere a la aplicación práctica y no concuerda con las materias de este semestre.
  • Los estilos no son mejores ni peores, buenos ni malos, sino neutros. Cada estilo tiene su propio valor y su propia efectividad para realizar actividades.
  • Los estilos de aprendizaje de acuerdo a las circunstancias pueden variar ya que no son absolutos. No hay estilos completamente puros, un estilo de aprendizaje se puede utilizar con mayor frecuencia que otro, sin embargo, al haber experiencias diversas serán utilizados distintos estilos de aprendizaje.

Bibliografía
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